sexta-feira, 28 de agosto de 2015

ARTIGO DE OPINIÃO SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL NO BRASIL



                                            SERÁ QUE A FAMÍLIA VAI BEM?



           




              (Autora: Robéria Silva Santos, 2º ano,  E.E.E.F.M Euclides Mouzinho dos Santos)

         Sou uma adolescente de 17 anos, estudante do 2º ano do ensino médio, através dos meus conhecimentos posso formar e defender à minha opinião, tais como a redução da maioridade penal no Brasil é uma delas, a qual sou totalmente contra.
            Coloco-me no lugar de outros adolescentes que, por motivos tais como, familiar, financeiro, social, entre outros, caem no mundo do crime, tentando obter uma vida melhor. Creio que na maioria das vezes o pensamento deles seria de mudar de vida.
            Talvez, se eles tivessem uma boa educação, morassem em locais seguros, longe do crime e da violência, isso sim poderia mudar algo, mas o que o nosso “governo” quer é punir esses adolescentes por erros cometidos pelo mesmo governo. Um desses erros, por exemplo, foi investir mais em presídios ao invés de escolas, saúde, empregos e segurança. Isso gerou muita revolta. No nosso país existe mais cadeias do que institutos de educação. Aí eu pergunto: um país que possui mais presídios que escolas, terá outro resultado diferente a não ser o aumento da criminalidade com participação de adolescentes? Talvez se os mesmos estivessem nos institutos de educação praticando o que gostam e não nas ruas, isso não iria ocorrer.
            Eu sou estudante, inicia as aula no colégio que estudo as 13:00h da tarde e finaliza as 17:30h, passar esse período de cinco horas e meia assistindo aulas teóricas. Não tem nada prazeroso naquele lugar. O único motivo que me faz ir ao colégio todos os dias é a influencia da minha família, que explicar que devo estudar para ter um futuro melhor. Mas muitos desses adolescentes não têm o mesmo apoio que eu tenho. Não têm pai ou mãe, até mesmo um parente que lhe aconselhe a estudar. Portanto, eles pensam; para que continuar aqui nessa escola fazendo o que eu não gosto? Enfim, eu penso que o governo deveria realizar projetos para reestruturar as famílias e não destruí-las.


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

CHARGE PARA A REFLEXÃO

 
COMENTEM ESSA CHARGE


CRÔNICA "A VELHINHA CONTRABANDISTA"

A velhinha contrabandista 

 

       Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.

      Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:

     - Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

      A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:

     - É areia!

     Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.

      Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com moamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.

     Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

     - Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

    - Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

     - Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

     - O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha.

     - Juro - respondeu o fiscal.

     - É lambreta.

  (Sérgio Porto - Stanislaw Ponte Preta)

ATIVIDADE SOBRE RESENHA CRÍTICA

TEXTO 1: SAGA CREPÚSCULO:  TUDO PARA SER UM SUCESSO
       A história de Crepúsculo é sobre Bella Swan, uma adolescente que nunca se deu bem com as outras garotas e, depois que a mãe se casa novam ente, se muda da ensolarada Phoenix para a chuvosa cidade de Forks para viver com o pai. Lá, ela começa a viver um romance com o misterioso Edward Cullen, que faz parte de uma família de vampiros. Assim como os outros de sua espécie, Edward é extremamente forte e rápido, e também não envelhece. Porém, sua família se diferencia dos outros vampiros por não beberem sangue humano. Apesar do que sentem um pelo outro, Bella e Edward tentam se afastar, para que ele não ceda ao desejo de beber o sangue dela. Mas as coisas começam a piorar para os dois quando um grupo de vampiros inimigos da família de Edward chegam à cidade procurando por Bella.
       Crepúsculo é o mais recente fenômeno entre a garotada. Tendo custado US$ 37 milhões, rendeu mais de US$ 145 milhões ao redor do planeta em duas semanas nos cinemas. O filme reúne elementos que atraem em cheio os espectadores mais jovens: romance e fantasia, além de toques de suspense. Um romance adolescente – já complicado por definição - que ganha toques de dramaticidade por conta dele ser um vampiro.    Edward é mais ou menos tudo que uma garota sonha (num mundo fantasioso, evidentemente): lindo, protege Bella e ainda tem superpoderes. Deve ser por isso que ele é capaz de arrancar suspiros não somente da protagonista, mas da platéia feminina também.              
       O conflito é transformado em tensão, sofrimento, dor e tudo isso que o amor provoca, mesmo nos seres humanos normais que não brilham como diamantes sob o sol como os vampiros.. As cenas nas quais Edward mostra toda a sua força e velocidade típicas de sua espécie são impressionantes, principalmente quando ele praticamente flutua pelas paisagens geladas das florestas que circundam a cidade de Forks A fotografia gelada, numa ambientação sempre chuvosa, dá o ar sombrio que a história precisa. Mas algo incomoda em Crepúsculo: a trilha sonora.
       Essa já cansativa mania dos produtores de Hollywood de utilizarem a música exageradamente para sublinhar sentimentos e momentos de tensão. O final do longa é aberto, evidentemente, já pedindo uma continuação e atiçando o espectador que volte aos cinemas em 2010. Enfim, Crepúsculo é o tipo de filme a ser recomendado aos espectadores adolescentes que embarcam em sua viagem.

(Joana Vieira Silva – 1º ano, 17 anos, MG.)

TEXTO 2: MERCENÁRIOS 2:  A VOVOZADA CONTINUA
       A fórmula do primeiro filme era simples: pegar vários astros de ação, muitos estão perto da aposentaria, e colocá-los todos juntos na tela. Por isso, o que parece mais óbvio é fazer uma continuação aumentando a quantidade de nomes que vemos em diversos filmes de ação. Liderados por Stallone, que ganha destaque no cartaz, temos um sangue novo interpretado por Liam Hemsworth e muito sangue velho aumentando o bando, com Schwarzenegger e Bruce Willis com mais coisas para fazer do que no primeiro. 
        O mais curioso, é que a fórmula realmente funciona. Funcionou no primeiro e continua funcionando aqui. Claro que não estou falando que se trata de uma obra-prima do cinema, mas sim que o filme acaba sendo divertido e servindo seus propósitos. Aqui, eles se superam em quase todos os aspectos, e seguem a mesma linha que traçaram no filme anterior. Exceto que agora o vilão é Vilain (Jean-Claude Van Damme), cujo nome é muito similar a "vilão" em inglês.
         Segundo divulgaram, Stallone não quis dirigir o filme, coisa que fez no primeiro, para se dedicar mais ao roteiro do filme. O que se pode esperar, porém, não é um resultado melhor do que o primeiro. E olhe que o resultado do primeiro já não era nada de excepcional. Os diálogos não fluem necessariamente como deveriam e o humor não funciona.
         O filme termina com uma desnecessária luta entre Stallone e Van Damme, mas acredito que além de ser uma espécie de regra, deva ser impossível contratar o ator belga e não lhe oferecer uma cena de luta. A luta é anti-climática e talvez não de acordo com a idade dos senhores. É tolice tentar categorizar este filme em termos de bom ou ruim, então o que resta é analisar como uma nostálgica volta aos filmes de ação, e nesse sentido ele satisfaz.
       Recomenda-se o conhecimento desse filme a todos os públicos que apreciam um filme de ação com veterano de guerra, com uma dose de comédia.

(Pedro Arthur Cardoso, 1º ano, 16 ano, SP)


RESPONDA SOBRE OS TEXTOS
1. Que tipo de texto são estes dois que acabamos de ler?
2. Por que eles são esse tipo de texto? Como temos certeza disso?
3. Como começa o texto 1?
4. A autora do texto 1 se colocar a favor ou contra ao filme que ela está analisando?
5. Cite um ponto positivo que ela vê nesse filme?
6. Segundo o texto 1, que elementos esse filme tem que atraem em cheio os espectadores mais jovens?
7. Segundo o texto 1, para que tipo de publico é recomendado o filme Crepúsculo?
8. Como começa o texto 2?
9. O autor do texto 2 se colocar a favor ou contra ao filme que ele está analisando?
10. Cite um ponto negativo que ele vê nesse filme?
11. Segundo o texto 2, qual a fórmula para a elaboração do Filme “Mercenários 2”?
12. Segundo o texto 2, para que tipo de publico é recomendado o filme “Mercenários 2”?
13. Marque V ou F nos parênteses sobre o gênero resenha critica:
(  ) Ao elaborar uma resenha crítica deve-se procurar resumir o assunto, apontar as deficiências e/ou pontos que, sob a sua ótica, poderiam ser melhor trabalhados (lembre-se que tais pontos podem estar fora do escopo da obra analisada), sem entrar em muitos pormenores e, ao mesmo tempo, destacar os pontos fortes com ponderação e sem bajular. 
(  ) Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.
(   ) Resenha não tem título.
(   ) Na resenha não é preciso recomendar a obra resenhada.
(   ) Recomende a obra: Você já leu, já resumiu e já deu sua opinião, agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil (se for útil para alguém). 
BONS ESTUDOS!!!!!!!!!!!