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Remígio-PB, Paraíba, Brazil
Mestre em Letras pela UEPB e professor de Língua Portuguesa dos ensinos fundamental e médio. Meu interesse com esse espaço é poder divulgar e compartilhar com todas e todos minhas atividades escolares e questões objetivas de português para estudos voltados para concursos públicos e o ENEM.

domingo, 26 de agosto de 2018

PROPOSTA DE PRODUÇÃO DE ARTIGO DE OPINIÃO SOBRE LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL


A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e dos seus conhecimentos construídos ao longo da sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo (artigo de opinião) na modalidade formal da língua portuguesa sobre o temaLEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL. Selecione, organize, relacione de forma coesa e coerente, argumentos e fatos para a defesa de seu ponto de vista.

INSTRUÇÕES:

Seu texto tem de ser escrito à tinta, na folha oficial ATRÁS.
Desenvolva seu texto em prosa, respeitando a norma culta da língua e o gênero textual solicitado.
O texto com até 7 (sete) linhas escritas será considerado texto em branco.
O texto deve ter, no máximo, 30 linhas.
Crie um título.

TEXTO 1:

A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO NO BRASIL: AMAR OU ODIAR
SAÚDE
A legalização do aborto, abortos clandestinos no Brasil, fetos anencefálicos, saúde pública no Brasil, métodos abortivos, crueldade com os nascituros, aborto e seus riscos.

“Com a visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI, encetou-se uma discussão que a muito vem dividindo as opiniões na sociedade brasileira: A legalização do aborto.
As opiniões são divididas: de um lado, grupos que apoiam a vontade e a decisão da mulher de escolher o que fazer com o seu corpo, grupo esse, representado pelos movimentos feministas. De outro lado, grupos religiosos que condenam à prática abortiva, garantindo o DIREITO à vida para os nascituros. [...]” 
(https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/)


TEXTO 2:






Texto 3:


































(Agência Globo – período entre 2012-2013)

TEXTO 4:

JANAÍNA PASCHOAL FARÁ DEFESA CONTRA ABORTO NO STF


     No documento, enviado ao Supremo no início do mês (julho de 2018), Janaína questiona se “o direito das mulheres sobre seus próprios corpos justifica impedir outras mulheres de nascer”. A professora avalia que a proibição do aborto não diz respeito à relação entre Estado e religião: “Decidir se uma mulher tem pleno direito de encerrar uma gravidez tem a ver com todos os seres humanos, pois todos, por ora, passam pela fase de embrião e pela fase de feto”, argumenta.
    Janaína encerra sua manifestação afirmando: “Muito embora se repute a defesa da vida intrauterina como decorrência da crença em Deus, a verdade é que, mesmo que um dia se prove que Deus não existe, o direito de nascer há de ser assegurado, pois tal direito nada tem a ver com a ideia de pecado, ou mesmo de espírito, mas com o reconhecimento de outro limite”.

(http://justificando.cartacapital.com.br)


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